Árbitros caseiros (não) podem definir Superliga

Árbitros caseiros (não) podem definir Superliga

Bruno Voloch

25 de março de 2016 | 09h30

Eles são unanimidade.

Conseguem desagradar a todos. Sem tirar nem pôr.

O nível da arbitragem na atual Superliga é o pior de todas já disputadas até hoje. Ninguém, rigorosamente ninguém escapa.

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A edição atual da competição corre seríssimo risco de não ser decidida na bola, ou seja, dentro de quadra.

Os erros são frequentes e não existe distinção de camisa ou escudo. Existe sim, e os números comprovam, um descarado favorecimento para quem joga em casa.

Dá para contar nos dedos os times que (ainda) não foram prejudicados.

A trágica situação não se limita aos erros técnicos. Todos eles deixam a desejar no aspecto disciplinar.

Chega a ser ridículo e constrangedor os diálogos, quando captados, entre o primeiro árbitro e os jogadores.

Isso sem contar com determinados treinadores que crescem, pintam e bordam, ou melhor, xingam e ameaçam o segundo árbitro. O juiz de linha então, esse ouve tudo e sofre calado.

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Moral zero dos 6 envolvidos.

A CBV, via Carlos Antônio Rios, presidente da COBRAV, fez vista grossa, assistiu tudo passivamente e não agiu.

 

 

 

 

 

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