Arigatô, Praia.

Arigatô, Praia.

Bruno Voloch

19 de fevereiro de 2017 | 07h34

É rir para não chorar.

O ditado se encaixa perfeitamente ao Praia Clube após mais uma derrota para o Rio. A diferença é que dessa vez, conforme previsto, o título foi perdido em casa e diante da torcida.

Não era preciso ter bola de cristal para prever tal desfecho. Estava na cara assim que os dois times foram confirmados na competição.

A frustração foi dobro para o incansável sócio do clube.

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A vantagem é que a maioria das jogadoras, como no registro, já está tão acostumada a perder para o Rio que não esconde a satisfação pelo vice na hora das fotos.

O Sul-Americano, bancado pelo clube mineiro, criou uma falsa ilusão de que o Praia poderia ganhar do Rio na final.

Caiu como sempre.

O jogo em si foi fraco tecnicamente e com péssima arbitragem, o que não justifica tamanho descontrole emocional da comissão técnica do Praia e da líbero Tássia. Muitos erros. O Rio fez 3 a 1 e castigou o Praia no quarto set. Foi mais fácil que tirar doce de criança.

A escrita está mantida.

O Rio não perde para o Praia e abre um sorriso enorme quando sabe que terá o adversário pela frente.

Brinca e tira onda exatamente como fez no fim da partida fazendo referência ao mundial de clubes no Japão.

Era como se dissesse ‘arigatô Praia’.

 

 

 

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