Armadilha no caminho para a Olimpíada

Armadilha no caminho para a Olimpíada

Bruno Voloch

20 de janeiro de 2020 | 09h23

José Roberto Guimarães, técnico da seleção brasileira, precisa estar atento aos movimentos que envolvem o retorno de Adenízia ao vôlei brasileiro.

Dispensada pelo Scandicci, da Itália, a jogadora poderá usar Bauru como trampolim para uma possível convocação. É aquela lenga-lenga cansativa de sempre.

Obviamente que Adenízia jamais irá admitir abertamente o desejo de jogar mais uma Olimpíada. Mas não duvide, ainda mais para quem há duas semanas garantia de pés juntos que cumpriria seu contrato na Itália até o fim e debochava dos jornalistas falando em fake news.

José Roberto Guimarães não pode cair nessa. E não irá.

Adenízia já era carta do baralho quando estava na Itália, que dirá agora. Não fez parte em nenhum momento do ciclo olímpico e convenhamos já deu. Tem muita gente na frente dela, tecnicamente falando.

Thaísa, Fabiana e Bia seriam hoje as 3 centrais do BRASIL em Tóquio.

Mara a primeira da fila, Carol a segunda, Gattaz a terceira e isso sem contar com a nova geração de olho em Paris 2024.

 

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