As escolhas e consequências de um BRASIL sem opostas. Insistência é repetir o que deu errado

Bruno Voloch

22 de maio de 2019 | 23h52

Não é cedo. É tarde. Passou da hora.

A primeira derrota na VNL, logo na segunda partida, é sim preocupante.

E não se trata de pessimismo. Os otimistas de plantão, que desconhecem completamente os bastidores, são tão iludidos como algumas jogadoras da seleção, como Lorenne, Paula Borgo e Amanda.

As duas primeiras nunca resolveram nos clubes, portanto não será com a camisa do BRASIL que irão desencantar. Ninguém consegue entender o que ambas estão fazendo lá, até porque a chance de estarem nos jogos olímpicos de Tóquio é a mesma de Gabizinha, a única que jogou bola, ficar fora.

Por essas e outras é inexplicável a presença delas no grupo atual.

Perda de tempo.

O caso de Amanda, além de ficar feio para a comissão técnica, passa a ser um desrespeito com quem de fato tem potencial para evoluir como Julia e Tainara, boas apostas de José Roberto Guimarães.

Não é possível que a comissão técnica do BRASIL não tenha aprendido com os erros. Insistência é repetir o que deu errado.

A merecida derrota para a República Dominicana por 3 a 1 não traz consequências imediatas, mas no futuro, com as duas seleções completas, pode acarretar em complicações no pré-olímpico.

Sim, porque diferente do que andou sendo dito, as dominicanas jogaram também desfalcadas. Brenda, Vargas e Mambru não vieram ao BRASIL. E com Brenda e Vargas a coisa é outra.

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