Barração e constatação na previsível derrota para a Polônia: levantadora não joga sem oposta

Barração e constatação na previsível derrota para a Polônia: levantadora não joga sem oposta

Bruno Voloch

29 de maio de 2019 | 17h46

A barração de Amanda, algo perceptível e que só José Roberto Guimarães não enxergava, foi a única coisa positiva que o BRASIL levou da merecida derrota para a Polônia por 3 a 2.

Tainara viveu altos e baixos, atuação natural para quem nunca jogou pela seleção brasileira.

É preciso porém separar as coisas e entender que qualquer uma é melhor que Amanda na posição, o que não significa dizer que a ponteira de Barueri tenha sido aprovada.

O que Tainara precisa é jogar, mas não depende dela e sim do técnico. É cedo para fazer qualquer avaliação. A esperança é que José Roberto Guimarães efetive a menina, deixando ela se virar em quadra e não tirando no primeiro erro que cometer. Confiança é fundamental nesse processo.

A Polônia foi melhor no ataque, no bloqueio, no saque e teve na oposta Smarzek a maior pontuadora com 31 pontos. 13 a mais, quase o triplo, que Paula Borgo e Lorenne fizeram juntas.

Piada.

Um dos princípios básicos do vôlei passa pela tese que levantadora não joga sem oposta. Sendo assim, não dá para responsabilizar Macris ou Roberta. Nenhuma delas é mágica.

A questão nesse caso não é a mão e sim quem derruba bola. E o BRASIL não tem oposta.

 

 

 

 

 

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