Base sem base. CBV colhe o que planta e BRASIL é sexto no Mundial sub-20

Base sem base. CBV colhe o que planta e BRASIL é sexto no Mundial sub-20

Bruno Voloch

22 de julho de 2019 | 08h14

Da forma como o vôlei brasileiro tem sido tratado nos últimos anos não dava mesmo para esperar nada diferente.

A sexta colocação da seleção feminina no mundial sub-20 jogado no México é reflexo da atual administração da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei.

Cada um colhe o que planta, ou seja, nada.

Kisy, Kenya e Leticia se salvaram no mundial, mas a derrota para a Polônia por 3 a 2 na disputa do quinto lugar mostrou que a questão não é somente técnica.

As meninas são muito passivas e falta cobrança do lado de fora. Os erros são aceitos com uma surpreendente e inconcebível  naturalidade. A média de altura é boa, mas sem fundamento.

Base sem base.

Passar a mão na cabeça seria incentivar o erro, quando é cedo que se aprende.

Parece um grupo frágil emocionalmente, despreparado e completamente desentrosado, o que evidencia a falta de carinho e cuidado da CBV com a base. Pouco intercâmbio, algo fundamental nesse estágio.

O melancólico sexto lugar mostra que a CBV parou no tempo.

O Japão foi campeão, a Itália prata e Rússia bronze.

 

 

 

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