Bauru muda configuração da Superliga 2018/19 e ameaça tradicional G4.

Bauru muda configuração da Superliga 2018/19 e ameaça tradicional G4.

Bruno Voloch

08 Novembro 2018 | 10h26

Os tradicionais e sempre favoritos Rio, Osasco, Minas e Praia, esse ano lutando pelo bi, ganharam a inesperada companhia de Bauru.

O inédito título estadual conquistado recentemente pelo time do interior paulista muda diretamente a configuração da Superliga para a temporada 2018/19.

Se estar entre os favoritos é bom para o time do interior paulista, só o tempo irá dizer. É uma importante mudança de patamar.

Mas fato é que o vôlei apresentado nas finais contra Osasco, credencia Bauru a estar nessa relação, ainda que não tenha a mesma tradição dos demais.

Nesse caso, as tradicionais semifinais envolvendo sempre Rio, Osasco, Minas e Praia viram uma interrogação.

Seria ótimo para o vôlei feminino independentemente de quem ficasse fora, se for o caso. Serve como incentivo para os médios e pequenos, afinal foi assim que Bauru começou.

O clube veio da Superliga B, sem burlar regulamento e usar qualquer artifício. Cresceu, andou flertando com as semifinais no passado e hoje é realidade.

Barueri e Fluminense, quando inspirados, poderão até incomodar os grandes. Certamente estarão no grupo daqueles que jogarão os playoffs, enquanto Pinheiros e São Caetano, de novo, vão brigar por uma vaga.

É isso.

Curitiba, Camboriú e o ‘penetra’ Brasília esses são entram em quadra apenas contra a sobrevivência. Só 1 escapará.