Bauru sobe um degrau e aprende que quantidade não é qualidade

Bauru sobe um degrau e aprende que quantidade não é qualidade

Bruno Voloch

09 de abril de 2019 | 10h27

Agora é a hora.

A temporada de Bauru chega ao fim e deixa lições importantes. O clube subiu um degrau, mas para elevar o patamar de vez precisa contratar duas referências que seriam fundamentais para alavancar de vez o projeto.

Algo como Taubaté fez lá atrás no masculino trazendo uma referência, aquele jogador de nome capaz de dar credibilidade e servir como chamariz.

Essa seria a linha ideal e a necessária para ser adotada. Isso independentemente da decisão de manter ou não Anderson como treinador, o que poderia ameaçar a vinda das jogadoras de seleção brasileira.

Existem boas opções no mercado. Mas é preciso agir e mudar a filosofia adotada, trocando quantidade por qualidade.

Nomes como Dani Lins e Thaísa, por exemplo, que chamariam as demais. Ou uma linha com Roberta e Bia, que não são consagradas, mas são jogadoras de peso e categoria.

Mudar, não se acomodar e ser respeitado, evitando casos como o da levantadora Fabíola que não primeira oportunidade que teve trocou Bauru pelo Rio. E certamente não foi pela questão financeira.

Foi pelo nome.

E nomes como Palacio, Saraelen, Andressa, Vanessa, Diouf e até Gabi Cândido, essa ainda com crédito, podem até ter ajudado Bauru na sua trajetória, mas que se mantidas deixarão o clube no estágio atual.

Só trazendo gente de seleção é que Bauru entrará de vez para o hall dos grandes.

 

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