Bauru treme no Rio

Bauru treme no Rio

Bruno Voloch

23 de março de 2019 | 08h40

O Rio agiu rápido e tratou de colocar as coisas nos seus devidos lugares.

O resultado do segundo jogo, 3 a 0, era mais do que previsível, especialmente por conta da tradição incomparável entre os dois clubes.

Embora ainda esteja abaixo dos padrões, se impôs com incrível naturalidade.

Bauru tremeu. E não resistiu porque sentou na vantagem adquirida na primeira partida e não tem camisa, algo que sobra do outro lado.

O time apenas voltou ao normal, só que a dura realidade apareceu justamente no dia em que o Rio também voltou ao normal, ou seja, deu a lógica.

A surpresa de Anderson Rodrigues no fim da partida causa estranheza, afinal não dava para esperar nada de diferente. O time em quadra reflete a imagem do técnico do lado de fora.

Insegurança.

Postura medrosa, passiva e que só demonstra o despreparo emocional do grupo.

Por essas e outras, Bauru era tudo que o Rio precisava.

 

 

 

 

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