Berço do coronavírus, China ainda é o paraíso. Pelo menos no vôlei.

Berço do coronavírus, China ainda é o paraíso. Pelo menos no vôlei.

Bruno Voloch

08 de maio de 2020 | 09h45

A China, berço do coronavírus, vai se libertando do isolamento.

A população está sendo autorizada pelo governo a retomar sua rotina de trabalho. Paralelamente, o transporte público também voltou a funcionar após meses de inatividade.

Com o quadro da pandemia aparentemente controlado, a China respira. E investe.

No esporte idem.

As principais estrelas do vôlei mundial deixam de lado o medo e continuam cedendo as milionários propostas chinesas. Kelsey Robinson, jogadora da seleção dos Estados Unidos, é mais uma que desembarcará no país no segundo semestre.

Ela saiu do Fenerbahçe da Turquia e assinou com o Guangdong Evergrande.

Será a terceira passagem dela pela China.

Kelsey Robinson, 27 anos, passou duas vezes pelo Beijing.

Ela assim atende o pedido de Karch Kiraly. O técnico nunca escondeu o desejo de ver suas principais jogadoras atuando em ligas curtas, rentaváveis e menos desgastantes antes dos jogos olímpicos.

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