BRASIL coletivo e menos dependente de Tandara.

BRASIL coletivo e menos dependente de Tandara.

Bruno Voloch

30 de setembro de 2018 | 10h06

A cara da seleção feminina mudou.

Os dois primeiros jogos do mundial mostraram um BRASIL diferente e aparentemente menos dependente de Tandara, algo que raramente aconteceu durante a VNL.

Tudo bem que contra Porto Rico seria mesmo natural não precisar da oposta. Nem dela e nem de ninguém. Contra a República Dominicana não.

Adversário bem mais qualificado ainda que não tenha jogado o que sabe. Mérito do BRASIL que sacou muito e foi extremamente agressivo no bloqueio.

Chama atenção a distribuição de Dani Lins que não sobrecarrega Tandara. Se é uma orientação do técnico ou decisão da própria levantadora, pouco importa.

É cedo, mas está dando certo.

Gabizinha, que tinha sido mais discreta na estreia, terminou como maior pontuadora.

É um BRASIL diferente. É um BRASIL coletivo.

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: