BRASIL contra ninguém. Egito está para o vôlei, assim como El Salvador está para o futebol.

BRASIL contra ninguém. Egito está para o vôlei, assim como El Salvador está para o futebol.

Bruno Voloch

12 Setembro 2018 | 16h19

São esportes diferentes. Mas a comparação é válida e uma boa maneira de mostrar o que representou a estreia do BRASIL no Campeonato Mundial na Bulgária.

Jogamos contra ninguém.

O Egito está para o vôlei assim como El Salvador está para o futebol.

Partida fraca, desinteressante e que não serve como parâmetro algum. O maior exemplo é que Douglas Souza terminou como maior pontuador. Por aí já se tem uma ideia.

Se a presença dele entre os 14 é injustificável, que dirá Douglas em quadra jogando como titular. Ainda que o Egito não oferecesse risco algum, fica difícil entender os critérios adotados pela comissão técnica.

Renan agiu com prudência ao poupar Lipe que anda mais pra lá do que pra cá.

O técnico aproveitou a fragilidade do adversário e botou quase todo mundo na brincadeira. Entre eles, Lucas Loh, que não pode ser banco para Douglas nem aqui e nem na Bulgária.

Só na cabeça de Renan.

BRASIL x Egito, com boa vontade, serviu apenas para quebrar o encanto.