BRASIL se empolga, cai no ‘já ganhou’ e ressuscita Estados Unidos

BRASIL se empolga, cai no ‘já ganhou’ e ressuscita Estados Unidos

Bruno Voloch

12 Agosto 2016 | 09h57

Definitivamente não se pode menosprezar a seleção dos Estados Unidos.

Por essa ninguém esperava. Os norte-americanos, contra todas as evidências, ressurgiram no Rio logo diante do BRASIL com uma atuação impecável e calaram o Maracanãzinho.

Matthew Anderson and Maxwell Holt of USA bolck against Ricardo Lucarelli Santos De Souza

Os Estados Unidos deixaram para jogar contra a seleção brasileira tudo aquilo que não conseguiram apresentar contra Itália e principalmente o Canadá na estreia.

A torcida que foi ao Maracanãzinho esperava um jogo fácil e tranquilo especialmente pelo que os Estados Unidos estavam jogando até então. Era visível o clima de ‘já ganhou’ nas arquibancadas.

O sentimento foi de frustração após a partida. Deu para perceber aquele ar de perplexidade no ginásio após a derrota do BRASIL.

Derrota essa que passou pela coragem do time norte-americano que foi agressivo, não ‘respeitou’ o BRASIL e não se deixou intimidar pelo fator da casa e a obrigatoriedade da vitória.

Os Estados Unidos foram melhores em todos os fundamentos. Bloquearam e sacaram com mais eficiência, muito embora tenham errado mais. Christenson deitou e rolou no saque. 4 pontos no total.

BrunoRezendegetsinstructionsfromBrazilsHeadCoachBernardoRezende

Não dá para reclamar de arbitragem ou justificar o responsabilidade negativo por causa do desafio.

O BRASIL jogou abaixo do esperado e ficou devendo.

Talvez repetir o rendimento apresentado diante de México e Canadá não tenha sido suficiente para vencer os Estados Unidos.

O que não dá é ver nas estatísticas após a partida o central Éder zerado no bloqueio. A estratégia não funcionou.

Bernardinho falou que faltou lucidez ao time brasileiro após o jogo. Não está totalmente errado. Lucidez com uma pitada de humildade.