BRASIL tem café da manhã indigesto no Ibirapuera

BRASIL tem café da manhã indigesto no Ibirapuera

Bruno Voloch

11 de julho de 2015 | 11h57

A seleção feminina acordou cedo, foi ao Ibirapuera e teve mais dificuldades do que esperava diante da Tailândia.

José Roberto Guimarães manteve a coerência e repetiu a formação que iniciou o jogo contra a Bélgica.

A seleção, talvez esperando a mesma moleza da véspera, se surpreendeu e viu o adversário resistir nos dois primeiros sets. A Tailândia, embora tenha um time baixo, defendeu bem e jogou com muita velocidade dificultando o bloqueio do BRASIL.

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A vitória no primeiro set veio no limite com ace de Carol e 25/23.

O treinador manteve Monique, que tinha entrado no fim do set, na vaga de Joycinha, que não pontuou, no segundo set. Não resolveu.

A Tailândia não se abateu com a derrota e manteve a postura agressiva no saque. Continuou defendendo bem e usando o bloqueio brasileiro no ataque.

Zé Roberto tentou de tudo. Fez entrar, Adenízia, Natália e Bárbara, como oposta, a terceira em dois sets, mas o cenário não mudou e a Tailândia empatou o jogo.

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Se não deu certo, o jeito foi retornar com o time que ganhou o primeiro set, mesmo que no aperto. Garay, Carol e Joycinha reapareceram em quadra.

O jogo mudou.

O saque da seleção e o melhor aproveitamento de bloqueio, foram determinantes para a vitória tranquila por 25/14 no terceiro set. Zé Roberto se deu ao luxo inclusive de colocar Jaqueline no jogo.

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O quarto set foi uma repetição do terceiro. A seleção manteve a concentração e abriu larga vantagem. Com o resultado garantido, Zé Roberto usou Ana Tiemi, Monique Jaqueline e novamente. Até Sassá ‘brincou’ também. A Tailândia, absolutamente entregue e satisfeita com o set ganho, caiu com 25/19.

Com impressionantes 20 pontos de bloqueio em 4 sets, a seleção alcançou a quinta vitória seguida no Grand Prix. O BRASIL, ficou devendo no ataque, mas  caminha a passos largos para confirmar a classificação para as finais da competição.

 

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