Bruno é o cúmulo do contrassenso em Taubaté, devedor confesso

Bruno é o cúmulo do contrassenso em Taubaté, devedor confesso

Bruno Voloch

27 de fevereiro de 2020 | 07h46

Burrice sem fim.

É impressionante o desrespeito e a falta de consideração dos dirigentes de Taubaté.

O blog apurou que a prefeitura, numa manobra cheia de articulações e promessas que só os políticos são capazes, oferece cerca de R$ 1,8 milhão para trazer o levantador Bruno, hoje na Itália.

O valor do contrato nesse caso é o de menos.

A questão não é Bruno, menos culpado.

Poderia ser qualquer um.

Falar em contratação, independentemente de quem e de quanto está sendo ofertado, é o cúmulo do contrassenso para quem deve 3 meses de salários ao elenco atual.

Atitude amadora e irresponsável daqueles que tocam o projeto na cidade. Isso sem contar no momento inapropriado, ou seja, com a aproximação dos playoffs.

A partir de agora ninguém pode cobrar nada dos jogadores.

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