Cada um tem a sorte que merece. Certo, Renan?

Cada um tem a sorte que merece. Certo, Renan?

Bruno Voloch

04 Julho 2018 | 20h00

Logo no dia que acertou na escalação do time, Renan Dal Zotto, técnico da seleção, deu azar. Ele e o BRASIL, que merecia sorte melhor contra a França.

O treinador, surpreendentemente, usou Thales como líbero titular e Murilo sequer pisou em quadra. Bom sinal.

Renan foi além. Barrou o inerte Douglas Souza e colocou Lucas Lóh.

Tudo como mandava o figurino.

As coisas caminhavam bem, o BRASIL vencia o jogo por 2 a 1 e jogava de igual para igual o quarto set. A França, pouco inspirada e pressionada, ajudava.

Só que a lesão de Maurício Borges acabou com as esperanças da seleção. Sem alternativas, Renan foi obrigado a usar Douglas Souza.

Não dá para cravar que o BRASIL venceria se Maurício não tivesse se lesionado, mas as chances seriam muito maiores, ainda mais com a França jogando bem abaixo do normal.