Caramuru, convidado da CBV, burlou fair play, rasgou acordo com atletas e deve temporada 18/19

Caramuru, convidado da CBV, burlou fair play, rasgou acordo com atletas e deve temporada 18/19

Bruno Voloch

16 de julho de 2020 | 17h58

A CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, não anda com sorte nas escolhas.

Como se não bastasse um dos funcionários fazer vista grossa e ignorar os débitos do Curitiba/Vôlei, o blog teve acesso e recebeu documentos que comprovam a inadimplência do Caramuru, simplesmente um dos convidados da entidade para jogar a Superliga 2021/21.

O clube fez acordo com os jogadores para pagar a partir de janeiro de 2020 dívidas contraídas na temporada 2018/19. Não cumpriu com ninguém. O documento abaixo mostra, por exemplo, o que ficou acordado entre o levantador Índio e Caramuru.

Índio, até agora, está esperando os depósitos.

E não é só ele.

Jonatas, Mateus Alessandro, Leozão e Thales, entre outros, também foram enganados e não receberam. Alguns entraram com ação. Caramuru chegou ao cúmulo de inverter os valores e processar Jonatas. Usou como o artifício para jogar a temporada 2019/20. E jogou.

A CBV, até onde o blog chegou, acatou a brecha usada por Caramuru.

Nada fez.

Como prêmio e rasgando o fair play, convidou semana passada novamente o time paranaense, devedor confesso, para jogar a elite do vôlei nacional em 2020/21.

Que tal?

Procurados pelo blog, os representantes do clube não retornaram o contato.

 

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