Caramuru, convidado para Superliga, pagou dívidas com cheques sem fundos. CBV ignorou apelo de jogador

Caramuru, convidado para Superliga, pagou dívidas com cheques sem fundos. CBV ignorou apelo de jogador

Bruno Voloch

17 de julho de 2020 | 08h43

O Curitiba/Vôlei pode ser orgulhar de não ser o único caloteiro no mercado.

Caramuru, convidado da CBV, ainda ostenta a posição de líder. Por pouco tempo, até porque o concorrente feminino no estado apresenta uma enxurrada de denúncias e números crescentes.

O que não muda são as vítimas que continuam sendo os jogadores. As 5 de Curitiba abriram a boca e encaram de frente a gestora do projeto ao não assinarem o tal fair play financeiro. Acordo só com grana primeiro na conta.

Nesse meio tempo a porta se abriu e os casos aumentam. O levantador Índio procurou o blog e expôs o acordo não cumprido na justiça por Caramuru.

Alesson Santiago fez o mesmo.

Ele defendeu o time na temporada 2017/18. Jogou de graça. Fez acordo para receber em duas vezes.

Não recebeu. Aliás, recebeu sim, dois cheques sem fundos de Caramuru.

Promessas diárias de acerto no futuro que ficaram apenas nas palavras. Alesson procurou recentemente a CBV para denunciar o caso. Ficou sem resposta. Foi solenemente ignorado como mostra o email abaixo.

Caramuru, novamente procurado pelo blog, não se pronunciou.

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