Casa e formato ajudam, mas não são suficientes para o Cruzeiro no Mundial de Clubes

Casa e formato ajudam, mas não são suficientes para o Cruzeiro no Mundial de Clubes

Bruno Voloch

03 de dezembro de 2019 | 09h27

Pela quinta vez  na história, Betim receberá o mundial de clubes masculino.

E jogar em casa foi sempre foi o diferencial para o Cruzeiro conquistar os 3 títulos, até porque quando atuou longe da torcida não passou nem perto.

O formato em 2019 ajuda, mas não será suficiente.

A vantagem de poder enfrentar os adversários na fase de classificação, quando todos jogam contra todos, servirá como referência e estudo para o Cruzeiro. Perder, ainda não significará maiores prejuízos.

A única certeza é que o time brasileiro terá que mostrar muito mais do que tem apresentado até aqui na Superliga.

No papel, Lube e Zenit Kazan são mais fortes e em tese favoritos para decidirem o título. O Al-Rayyan, do Catar, aparentemente não assusta, mas como não existe mais bobo no esporte, o Cruzeiro não deve facilitar.

Será o primeiro mundial do Cruzeiro em casa sem Leal, jogador imprescindível nas conquistas anteriores em Betim.

 

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