CBV continua refém da TV. Clubes se omitem e Superliga sai do ar sem cerimônia.

CBV continua refém da TV. Clubes se omitem e Superliga sai do ar sem cerimônia.

Bruno Voloch

18 de novembro de 2017 | 18h23

As torcidas de Osasco, Minas e os amantes do vôlei não podem reclamar. Não se deixassem a paixão de lado. E vão continuar lamentando e sofrendo.

É absolutamente comum a prática usada pela RedeTV que cortou o jogo entre os dois times no meio para exibir Goiás e Internacional pela Série B.

O futebol é e será sempre prioridade.

A questão vai muito além. Não tem como brigar com o futebol.

Os clubes de vôlei, através de seus respectivos responsáveis, são desunidos. A maioria olha para o próprio umbigo. Não são poucos aqueles que defendem a liberdade, ou seja, deixar o monopólio de lado.

A vontade porém não sai do papel.

A CBV, que atravessa a pior crise financeira de sua história, é a maior responsável por fatos como o de hoje. A entidade se vende por qualquer migalha e submete os clubes, indiretamente, a vexames como o registrado.

Fim do terceiro set, início do quarto e fim da transmissão com o jogo em andamento.

Não existe saída.

Os clubes, é bom que os torcedores entendam, não opinam, são todos fantoches nas mãos da CBV e são obrigados, ou seja, jogam no horário que for determinado pela televisão.

Pode ser de manhã, de tarde, de noite ou de madrugada.

Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

 

 

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