CBV: O que é ruim sempre pode piorar – Parte 2

CBV: O que é ruim sempre pode piorar – Parte 2

Bruno Voloch

22 Agosto 2015 | 08h21

Se o recente e merecido título mundial feminino sub-23 foi um ponto fora da curva o tempo responderá.

O que é indiscutível e se torna cada vez mais visível é a crise nas categorias de base do vôlei brasileiro.

Depois do fracasso do feminino em Lima, no Peru, quando a seleção feminina ficou em décimo primeiro lugar no mundial infanto-juvenil, pior colocação da história, o masculino seguiu a mesma linha.

O BRASIL perdeu para a Argentina por 3 a 1 e está eliminada do mundial.

Argentina-Brasil-sub-19-mundial

A seleção brasileira estava invicta com 4 vitórias na competição na fase de classificação, 3 x 0 contra o Chile nas oitavas, mas não resistiu ao confronto das quartas de final.

As semifinais serão entre Argentina e Rússia e Irã e Polônia.

O BRASIL enfrenta os Estados Unidos pensando ainda no quinto lugar.

O país soma seis medalhas de ouro, mas o último título brasileiro aconteceu apenas em 2003. De lá pra cá nada.

Em 2013, o BRASIL foi apenas quinto colocado.

Há quem insista tratar o assunto como uma simples coincidência.

A CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, se cala.