CBV perde a vergonha e libera geral. Se Caramuru está dentro, Curitiba não pode ficar fora

CBV perde a vergonha e libera geral. Se Caramuru está dentro, Curitiba não pode ficar fora

Bruno Voloch

23 de julho de 2020 | 08h51

As desastrosas ações da atual gestão da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, deixaram a entidade desacreditada e completamente desmoralizada.

Os dirigentes, acuados, perderam a vergonha e liberaram geral.

Entregar o caso Curitiba ao departamento jurídico foi mais atestado de incompetência.

Atitude esperada e típica daqueles que comandam o vôlei brasileiro. É aquela coisa de não querer assumir a responsabilidade e empurrar a decisão para o próximo se isentando das consequências.

Só que agora é tarde.

Não havia necessidade.

Já que liberou Caramuru, caloteiro-mor, não faz sentido algum impedir Curitiba de jogar.

Curitiba e qualquer um que seja.

Ainda que o clube afirme publicamente que tenha os recibos dos pagamentos das atletas, não seria justo, independentemente de quem tenha razão, diretoria ou jogadoras, deixar Curitiba fora.

Se quem rompeu acordos na justiça e deu cheques sem fundos foi premiado com convite da CBV, não será a falta de assinatura de uma ou outra jogadora que deixará Curitiba fora. Não tem lógica.

Virou zona.

E mais.

O jurídico da CBV que não ouse brecar Curitiba. Será ainda mais vergonhoso e humilhante cumprir ordens judiciais.

O blog tem informações que o clube paranaense irá até o fim e se for o caso entrará na Justiça para fazer valer seus direitos. Está correto. E vai ganhar. Não precisa ser nenhum expert no assunto.

Qualquer juiz que conheça um pouco do histórico e da atual gestão da CBV dará ganho de causa ao Curitiba/Vôlei.

 

 

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