Clubes pressionam e Sul-Americano vira nova ‘bomba’ nas mãos da CBV

Clubes pressionam e Sul-Americano vira nova ‘bomba’ nas mãos da CBV

Bruno Voloch

23 de setembro de 2020 | 10h18

Mais uma para a conta da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei.

A atual gestão da entidade não tem paz.

Como se não bastasse as questões envolvendo o protocolo para Covid-19, sem solução, os problemas extra-quadra e a eterna insatisfação dos atletas, os ‘jênios’, liderados por Radamés Lattari e Renato D’Avila, estão com uma nova ‘bomba’ nas mãos.

Enquanto cobram do departamento de marketing respostas sobre o bloqueio de propriedades, diretamente ligado ao Banco do Brasil, os clubes pressionam os dirigentes e pedem uma definição em relação ao Sul-Americano de 2021.

A parte do bloqueio de propriedades continua sem esclarecimento.

No caso Sul-Americano, Cruzeiro e Minas são os maiores interessados, afinal são os atuais campeões continentais, mas nem por isso estão garantidos na próxima edição.

Os rivais abriram os olhos.

Como oficialmente a Superliga passada não terminou, a CBV encontra forte resistência e teme represálias se entregar as vagas para Taubaté e Praia que terminaram a fase de classificação em primeiro.

A Copa Brasil, até onde consta, dará uma das vagas ao campeão.

Há um leve movimento para que o tal Super 8, que não vale nada, vire a solução dos problemas dando aos vencedores lugar no Sul-Americano.

A CSV, Confederação Sul-Americana, cobra uma definição não só dos representantes do BRASIL, assim como se o país tem interesse em sediar o evento em 2021.

A CBV, com a ‘bomba’ nas mãos, não se pronuncia.

 

 

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