Coincidências que se repetem não são coincidências

Coincidências que se repetem não são coincidências

Bruno Voloch

11 de novembro de 2020 | 07h48

As coincidências convergem contra ou a favor da verdade.

No caso do Flamengo, não há coincidência onde nada coincide.

Lorenne, não por acaso, é a mais nova vítima do time. Uma lesão na panturrilha deve tirar a jogadora pelo menos duas semanas das quadras. Não é a primeira, longe disso, e pelo andar da carruagem não será a última.

A lista é extensa e passa por Milka, Ariele, Ana Cristina, Drussyla, Valquíria e a líbero Camila Gomez. Algumas ainda fora de combate.

Coincidência é apenas como chamam algo que não querem ou não podem explicar.

Não pode ser normal, ainda que se discuta a questão da pandemia. Os métodos de trabalho da comissão técnica, sim, devem ser questionados onde a responsabilidade é dividida entre treinador e preparador físico.

São números.

Nenhum clube do BRASIL sofre com tantas lesões e departamento médico cheio.

Há algo estranho no ar. Alguém errou a mão e a conta estourou nas jogadoras.

O reflexo se vê em quadra. Um time lento, inseguro e previsível, vide o desempenho contra Brasília na vitória por 3 a 1 na abertura da Superliga. Jogo em que o adversário foi claramente prejudicado pela arbitragem no segundo set.

Bernardinho teve que agir. A boa notícia, talvez a única, é que finalmente se rendeu ao óbvio ao trocar Valquíria por Milka. Que seja assim.

 

 

 

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