Cruzeiro, fragilizado, entrega o que era de direito ao Sesi.

Cruzeiro, fragilizado, entrega o que era de direito ao Sesi.

Bruno Voloch

21 Outubro 2018 | 19h42

Se houvesse seriedade a tal Supercopa não deveria ter sido disputada.

Campeão da Superliga e da Copa Brasil 2018, o Cruzeiro teria que ser automaticamente declarado também campeão da Supercopa. Mas não.

Fragilizado politicamente, o time se viu obrigado a entrar em quadra e defender o que era dele de direito.

Perdeu.

Sem ritmo e desfigurado, não lembrou nem de longe aquele time vencedor e que domina (ainda) o vôlei brasileiro. O Sesi, que não tinha nada a ver com isso, se deu bem e ganhou com méritos o título fazendo 3 a 0.