Cruzeiro salva seleção contra Estados Unidos. Isac pode ter esperança, William não.

Cruzeiro salva seleção contra Estados Unidos. Isac pode ter esperança, William não.

Bruno Voloch

04 de junho de 2018 | 08h07

O entrosamento entre William, Isac e Wallace, adquirido nos tempos de Cruzeiro, foi fundamental para a seleção brasileira escapar de levar um sonoro 3 a o dos Estados Unidos em Goiânia.

Se não fosse a entrada dos dois primeiros a partir do terceiro set o resultado provavelmente seria outro. William e Isac acabariam sendo decisivos para a virada do BRASIL.

Como as coisas são pré-estabelecidas por lá e os ‘senadores’ seguem ditando as regras, William não deve ter esperança de ganhar a posição de titular. Isso não irá acontecer.

Sem chance.

William não foi o primeiro e não será o último a mostrar que tem mais bola que Bruno. Outros, caso de Rapha, já ameaçaram e não tiveram chance. William terá que se contentar em fazer o papel de bom moço e engolir essa situação se quiser jogar o mundial.

Isac pode ter esperança, seja na vaga de Maurício ou Lucão, que por sinal tem jogado faz tempo com o nome.

Nada porém que supere Murilo.

O que se viu contra os Estados Unidos escancara que o líbero, um dos senadores, só está em quadra como titular pelo prestígio interno.

Esperança é algo que Thales, coitado, deve esquecer.