Cruzeiro transforma salão de festas do Sesi em parque de diversão

Cruzeiro transforma salão de festas do Sesi em parque de diversão

Bruno Voloch

28 Janeiro 2018 | 10h13

Diz o ditado que receber bem é uma arte e o Sesi seguiu rigorosamente todas as dicas na famigerada Copa Brasil. Anfitrião de primeira linha.

Convidou os clubes, encheu o ginásio, bateu palmas e dançou no final da festa.

Só não comemorou.

Apenas isso.

O resto foi perfeito.

Que dirá o Cruzeiro que mais uma vez saiu campeão.

Ser vice virou rotina. A maioria, especialmente os mais antigos, se acostumou com a situação.

Normal.

Para quem chegou recentemente, caso de William especificamente, deve ser estranho.

Falta camisa, tradição e fundamentalmente técnico. Tudo que o Cruzeiro tem de sobra.

Simples assim.

Não dá para finalizar o post sem deixar de falar no cubano Simon. O que ele fez no tie-break foi covardia. O certo seria os torcedores saírem do ginásio e pagarem ingresso novamente no quinto set.

Um autêntico espetáculo.