Curitiba/Vôlei dispensou técnico por WhatsApp

Curitiba/Vôlei dispensou técnico por WhatsApp

Bruno Voloch

26 de junho de 2020 | 17h19

O Curitiba/Vôlei, vende ou vendia, a imagem da ética e transparência.

Isso até a última semana quando vieram à tona os depoimentos corajosos de ex-jogadoras do time. Denúncias graves. A repercussão negativa dos fatos revelados no mínimo coloca em xeque a credibilidade do projeto.

A Universidade Positivo, para ser ter uma noção, não renovou contrato.

Muito se fala em gestão moderna. Só que talvez moderna demais para os parâmetros do vôlei, principalmente para quem nunca esteve numa quadra. De vôlei.

Curitiba inovou.

O blog apurou que o clube dispensou por WhatsApp o técnico Clésio Prado. A informação foi confirmada pelo próprio treinador ao blog. O comunicado aconteceu no fim da temporada 2018/19.

Pode não ter sido o caso, mas a demissão, sem justa causa, por aplicativos tem rendido dor de cabeça para as empresas, que em muitos casos têm sido condenadas ao pagamento de indenização por danos morais.

E Clésio não era qualquer funcionário.

Entrou no projeto em junho de 2017. Foi vice-campeão da Taça Ouro em 2017, campeão da Superliga e oitavo colocado na temporada seguinte.

Deu a volta por cima e hoje é Presidente da Federação de Desporto Escolar do Paraná. É também Coordenador de Desenvolvimento do Esporte na Superintendência Geral de Esportes do Governo do Estado.

‘Tínhamos programado para realizar aqui no Estado do Paraná os Campeonatos Brasileiro Escolar de Voleibol e Campeonato Mundial em 2020 na cidade de Foz do Iguaçu. O mundial já confirmado para maio de 2021’, diz Clésio.

 

 

 

O blog apurou que Clésio e principalmente da gestão.

 

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