Dá e sobra. Sul-Americano é obrigação lá e obrigação aqui.

Bruno Voloch

29 de setembro de 2015 | 13h00

O BRASIL disputa essa semana mais uma edição do Campeonato Sul-Americano.

A seleção masculina terá a possibilidade de apagar a péssima impressão deixada na Liga Mundial. Jogará diante da torcida brasileira em Maceió a partir de quarta-feira, 30.

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A feminina está em Cartagena, na Colômbia.

O time que representará o país é muito superior aos adversários. José Roberto Guimarães poderia ter optado por uma equipe de juvenis que ainda assim seria campeão. Fez melhor. Valorizou o evento e mostrou compromisso.

Roberta, como segunda levantadora e as voltas de Fabiana e Sheilla são as novidades no grupo. Dani Lins, Monique, Fernanda Garay, Natália, Gabi, Mari Paraíba, Juciely, Adenízia, Carol e as líberos Camila Brait e Léia completam a relação. Dá e sobra.

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BRASIL e Argentina fazem a final no fim de semana na Colômbia.

No masculino a decisão será a mesma. BRASIL e Argentina.

A obrigação de ganhar o título é ainda maior. Julio Velasco, técnico da Argentina, optou em poupar alguns titulares e os argentinos não terão força máxima em Maceió. A prioridade é o classificatório da América do Sul para a Olimpíada.

Ainda assim, a instável seleção de Bernardinho, ‘reforçada’ por Murilo, é em tese muito favorita, mesmo que nas categorias de base e no Pan-Americano os argentinos tenham feito barba, cabelo e bigode em cima dos brasileiros em 2015.

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