Dá-lhe Minas! A América é azul

Dá-lhe Minas! A América é azul

Bruno Voloch

21 de fevereiro de 2020 | 22h31

Foi apenas a segunda vitória do Minas contra o Praia na temporada. Mas foi sem duvida o jogo mais importante entre os tradicionais rivais mineiros.

A conquista do tricampeonato sul-americano, em Uberlândia, apaga as 5 derrotas sofridas para o Praia Clube até então.

Passado.

O presente aponta um 3 a 0 daqueles, incontestáveis. Vitória esmagadora e surpreendente especialmente pelo que o Praia investiu para quebrar a hegemonia do Minas no continente.

Macris e Thaísa brilharam novamente. É inimaginável pensar em seleção brasileira sem as duas.

Mérito para a diretoria que foi humilde ao enxergar a necessidade de trocar uma das estrangeiras, mudança essa que deu ao Minas o direito de poder brigar de igual para igual com qualquer um. Mérito de Nicola Negro que se rendeu ao óbvio escalando Sheilla como titular.

Time inteiro, algo que o Praia até hoje tem.

As sucessivas lesões desde o início da temporada pesaram para mais um vice-campeonato. Martínez, sozinha, não resolveu, e Garay não compareceu.

O sentimento para o Praia é de frustração.

Para a torcida, que parecia pressentir que o time ficaria novamente pelo caminho, nem tanto. Tão feio quanto o desempenho do Praia na final, foi ver o ginásio do Sabiazinho na decisão.

 

 

 

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