De turista a protagonista em Eboli.

De turista a protagonista em Eboli.

Bruno Voloch

13 Junho 2018 | 16h51

Um sopro de esperança na seleção.

Tudo bem que do outro lado estava a fraca Tailândia. Não importa.

Rosamaria, que vinha sendo mais turista do que jogadora na VNL, finalmente teve a primeira oportunidade de sair jogando. Ela e Gabizinha nas pontas e Amanda, alvíssaras, no banco.

Mas não dá para se iludir.

A comissão técnica só optou por Rosamaria porque o BRASIL já está classificado para as finais da VNL. Nesse caso nada mais coerente do que dar ritmo de jogo a jogadora.

José Roberto Guimarães sabe que poderá precisar dela na frente, mas se não botar para jogar, será difícil cobrar. O ideal e justo, diga-se de passagem, é que Rosa possa atuar numa partida de verdade e a partir daí cada uma ocupar seu lugar de origem.

Mais importante do que ver Rosa em quadra foi assistir Gabizinha atuar 2 sets. Evolução gradativa como traçou a comissão.

Perder um set para a Tailândia é que não estava no script.