Destino dá uma mãozinha e mostra caminho do título ao Minas

Destino dá uma mãozinha e mostra caminho do título ao Minas

Bruno Voloch

25 de fevereiro de 2018 | 17h32

Há males que vêm para o bem. Stefano Lavarini, técnico do Minas, que o diga. A misteriosa lesão de Hooker, a versão oficial fala em virilha, obrigou o técnico a enxergar o óbvio.

Pri Daroit jamais poderia ser banco no Minas.

O deslocamento de Rosamaria para a saída deixou o time mais uniforme e equilibrado. As mudanças foram determinantes para o Minas ganhar o Sul-Americano.

A presença de Hooker entre as titulares deixa Macris jogando em função da oposta norte-americana. E cá entre nós. Hooker está bem longe da forma física ideal.

O que Lavarini irá fazer daqui em diante é problema dele.

Aliás, o técnico italiano tem um diferencial em relação a maioria quando Bernardinho é o adversário. Lavarini se preocupou somente como seu time, planejamento tático e suas jogadoras. Esqueceu quem estava do outro lado.

Certo é que o Minas deverá encontrar novamente o Rio pela frente nas semifinais da Superliga. Isso, se tudo transcorrer dentro da normalidade nas quartas.

A segunda vitória consecutiva contra o time de Bernardinho dá a entender que os 3 a 0 no Tijuca não foram por acaso como muitos imaginaram e sugeriram.

 

 

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