‘Devo, não nego, pago quando puder’: o novo lema da CBV para a Superliga

‘Devo, não nego, pago quando puder’: o novo lema da CBV para a Superliga

Bruno Voloch

06 de novembro de 2019 | 09h25

Afronta à Justiça e escárnio com a moralidade.

A inclusão de Caramuru na Superliga, conhecido devedor no mercado, é uma das maiores aberrações da atual gestão da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei.

A decisão de colocar o time paranaense na vaga do Botafogo é mais uma prova da incapacidade profissional daqueles que dirigem e simultaneamente envergonham a maior entidade do vôlei nacional.

As várias pendências financeiras de temporadas passadas não foram quitadas e o clube foi aceito normalmente para a Superliga como se nada tivesse acontecido. Caramuru, malandramente, se aproveitou também da brecha criada no regulamento, com aval da CBV, ingressou na justiça, colheu assinaturas de um bando de inocentes úteis, que merecem não receber por serem coniventes, e sorridente jogará a competição posando de vítima.

É o famoso ‘devo, não nego, pago quando puder’.

O tal ‘fair play financeiro’ tem a cara da CBV. O questionamento jurídico por si só uma vergonha.

Ninguém escapa da podridão que assola o vôlei do BRASIL, incluindo os demais clubes e jogadores, que aceitando a inclusão de Caramuru, assim como liberaram Montes Claros, estão de mãos dadas com o novo lema adotado pela CBV.

 

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