Do sonho à realidade. Minas valoriza prata, acorda e se rende ao bicampeão mundial Vakifbank.

Do sonho à realidade. Minas valoriza prata, acorda e se rende ao bicampeão mundial Vakifbank.

Bruno Voloch

09 de dezembro de 2018 | 12h26

O Minas viveu intensamente, e com razão, o sonho de igualar Osasco e ser campeão mundial pela primeira vez. Se encheu de esperança e trouxe junto o fanático torcedor, mas na final encontrou a dura realidade.

Contra o Vakifbank, da Turquia, o time brasileiro conseguiu até jogar parte do primeiro set de igual para igual, mas depois sucumbiu naturalmente como todos os adversários que a equipe turca encontrou pelo caminho.

Foi um 3 a 0 doloroso e que retrata, sem menosprezo, a enorme diferença de investimento e principalmente técnica entre os dois times.

Partida em que Minas esteve inseguro na recepção e bloqueou relativamente bem, mas foi inapelavelmente superado e não resistiu ao poderio impressionante de ataque do Vakinfbank.

Que Zhu seria imarcável era fato. Só que o Minas ainda teve a falta de sorte de encontrar Kelsey Robinson inspiradíssima. A ponta norte-americana fez seu melhor jogo no mundial.

Enquanto Guidetti não precisou fazer uma alteração sequer, Lavarini tentou de tudo como as entradas de Mara e Bruna, na alteração simples por Macris e andou se enrolando como ao usar Malu na inversão.

Resultado justo.

O título fica em ótimas mãos. Venceu aquele que ainda é a melhor equipe do mundo.

Com sobras.

O Minas precisa valorizar e muito a medalha de prata conquistada na China. Era o máximo que o time poderia chegar.