Doloroso contraste azul

Doloroso contraste azul

Bruno Voloch

08 de dezembro de 2019 | 20h57

O vôlei bem que tentou.

O vice-campeonato mundial conquistado pelo Cruzeiro foi motivo de orgulho. Um time que honrou as tradições do clube jogando de igual para igual na decisão contra o poderoso Civitanova, da Itália.

O terceiro set, que teve nas mãos da equipe brasileira, poderia ter mudado a história do campeonato. A derrota por 3 a 1 não foi demérito algum.

Marcelo Mendez e seus comandados foram além do que a maioria esperava tendo vencido o não menos poderoso Zenit Kazan, da Rússia, duas vezes.

Isso tudo praticamente sem o apoio tradicional da torcida voltada para o drama do futebol, que a essa altura já estava condenado.

O vôlei deu exemplo de profissionalismo, dedicação e respeito. Tudo que faltou ao futebol nos últimos meses e que horas mais tarde acabaria determinando o primeiro rebaixamento do clube.

 

 

 

 

 

 

 

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