Dura na queda, Amanda resiste e vai ao Japão como stand by de Natália. CBV paga a conta.

Bruno Voloch

18 Setembro 2018 | 21h49

Essa é dura na queda. Teimosa.

A seleção brasileira fez agora pouco em São Paulo o último treino antes da viagem para o mundial. No fim da atividade, quando era esperado o anúncio do corte de Amanda, nada aconteceu.

Atendendo pedido do técnico, a CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, que não anda bem das pernas, será obrigada a bancar mais uma passagem e hospedagem no Japão proporcionando uma experiência única para Amanda.

A jogadora vai até o outro lado do mundo como stand by e só na véspera do mundial será cortada oficialmente. Ela só permanecerá no grupo caso Natália não tenha condições de jogo.

O BRASIL estreia no campeonato dia 29 de setembro contra Porto Rico.

O blog estará no Japão a partir da segunda fase em Nagoya.

Não é a primeira vez que José Roberto Guimarães usa desse artifício. O técnico esperou até o limite pela recuperação de Natália e cortou Camila Brait dos jogos de Londres em 2012.

A líbero ainda sofreria novo corte 4 anos mais tarde na Olimpíada do Rio.