Enquanto existir o Cruzeiro, o Sesi não ganhará nada

Enquanto existir o Cruzeiro, o Sesi não ganhará nada

Bruno Voloch

26 de janeiro de 2020 | 08h35

Alguém, sinceramente, em sã consciência imaginava que o Cruzeiro perderia a final para o Sesi em Jaraguá do Sul?

Não.

Nem o Sesi.

Impressionante como o time paulista se curva diante do Cruzeiro quando os dois se cruzam em jogos decisivos independentemente do campeonato.

E será sempre assim.

Questão de DNA.

Filosofia de trabalho, métodos distintos, escolhas pontuais, espírito vencedor e camisa. São pelo menos 5 diferenças brutais entre os dois projetos.

Não é por acaso que entra ano, sai ano, a história se repete. Ser vice para o Cruzeiro não seria demérito algum, mas virou rotina no Sesi que se acostumou com a posição.

A quinta Copa Brasil tem pouca representatividade se comparada ao extenso currículo de glórias em uma década. Para eles, comemorar o título é tão comum quanto vencer o Sesi.

E pelo jeito ainda não perdeu a graça.

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