Era dia de Lipe e Lucas Lóh e o Cruzeiro não resistiu.

Era dia de Lipe e Lucas Lóh e o Cruzeiro não resistiu.

Bruno Voloch

23 de dezembro de 2018 | 12h24

Já virou rotina.

Sesi x Cruzeiro tem sido assim. Sempre catimbado, provocações de lado a lado, discussões, distribuição farta de cartões e muito equilíbrio.

E dessa vez não foi diferente.

O Sesi venceu porque foi mais regular no tie-break . Venceu porque contou com Lipe e Lucas Lóh inspiradíssimos no passe e no ataque. Venceu porque errou menos.

O Cruzeiro, em evolução, pagou o preço pela inconstância dos opostos. Nem Evandro, nem Luan funcionaram como Alan do outro lado da rede.

Os dois terminam o turno com a mesma campanha. 9 vitórias e duas derrotas.

A diferença de dois pontos, 26 a 24 para o Cruzeiro, é de responsabilidade do técnico Rubinho que andou colocando os reservas em quadra e abusando da sorte no início do campeonato.

 

 

 

 

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