Escolinha do Professor Anderson e o beabá do esporte

Escolinha do Professor Anderson e o beabá do esporte

Bruno Voloch

08 de fevereiro de 2020 | 08h00

Não foi feio, dessa vez foi horrível.

O ponto que decidiu o tie-break, e consequentemente a partida, decretando a terceiro derrota consecutiva de Bauru para o Rio na temporada é inaceitável para um time adulto.

Rodízio e posicionamento são o beabá do vôlei. Regra básica que se aprende quando o atleta dá os primeiros passos no esporte ainda criança.

É a escola em Bauru, reprovado na matéria e reincidente na Superliga.

Mas o que começa errado nunca termina certo. E olha que o Rio, novamente salvo por Tandara, fez força para perder com Amanda voltando a ser Amanda e aproveitamento abaixo da crítica no bloqueio.

Só que nesse quesito ninguém supera Bauru que cedeu quase 40 pontos ao adversário, 37 para ser mais justo.

Um time com a cara e a teimosia do técnico. Só na cabeça dele e da comissão técnica que Tifanny não é titular. Se tivesse escalado ela de início a história seria diferente e se não fosse ela, Bauru teria levado outro 3 a 0.

A questão não é técnica.

Tifanny não pode ser banco para nenhuma ponteira de Bauru.

Nenhuma, o que sugere algo pessoal, porque só isso explicaria a ausência dela entre as titulares. A jogadora marcou 18 pontos em 3 sets e saiu de quadra com 68% de aproveitamento no ataque, superando inclusive Tandara.

Mas tem gente que prefere Gabi Cândido.

Gosto não se discute, se lamenta.

Eles que se entendam.

 

 

 

 

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