Estreia é suficiente. Sesi desponta como favorito ao rebaixamento.

Estreia é suficiente. Sesi desponta como favorito ao rebaixamento.

Bruno Voloch

31 Outubro 2016 | 08h09

O Sesi cansou de investir e nunca arrumar nada. A diretoria chegou a conclusão de que se tiver que continuar apanhando que seja gastando menos. A decepcionante campanha na temporada passada levou os dirigentes a radicalizar e limpar o elenco.

E deu resultado.

Pelo que a primeira rodada apresentou, embora ainda incompleta, dificilmente o Sesi vai conseguir ser superado e escapar do rebaixamento.

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O time é muito ruim.

Nada que tire os méritos do bom e valente Rio do Sul que veio até São Paulo e só não fez 3 a o porque sentiu a estreia na Superliga no primeiro set. Aquecido, passou por cima nos sets seguintes e venceu com relativa tranquilidade.

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A filosofia da diretoria do Sesi em apostar nas categorias de base é mais compreensível do que interessante.

Acontece que não se faz omelete sem ovos, ou seja, é preciso ter jogadoras de bom nível por mais jovens e promissoras que sejam. Pode ser precipitado, ainda que uma ou outra escape, mas não me parece efetivamente ser o caso do Sesi.

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Não pelo que Giovana, Lorenne, Natália, Amábilie, Jú Mello, Linda, Thais, Duda, Mariana e a líbero Laís mostraram contra Rio do Sul.

Juba é co-responsável pelo iminente rebaixamento. Montou, aprovou o grupo atual e aceitou dirigir o Sesi nessas condições.

Tomara que a sequência do campeonato prove o contrário.

A impressão que dá é que o projeto do vôlei feminino do Sesi segue ladeira abaixo.