Excursão proveitosa, saldo positivo e parâmetro zero.

Excursão proveitosa, saldo positivo e parâmetro zero.

Bruno Voloch

11 de setembro de 2015 | 10h29

A seleção masculina fez uma breve e interessante excursão pela América do Norte e Europa.

10 jogos, 8 vitórias e duas derrotas. Nada mal.

Jogar contra os Estados Unidos é sempre muito importante. É um adversário que normalmente cria muitas dificuldades para o BRASIL historicamente. Foram 3 vitórias e uma derrota.

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Tudo bem que os norte-americanos testaram diferentes formações e de certa maneira pouparam alguns titulares em determinadas ocasiões, mas Bernardinho também agiu da mesma forma, ou seja, rodou bastante os jogadores.

Ganhar do Canadá não altera o currículo de ninguém. Pouco acrescenta idem.

Enfrentar a França hoje em dia significa muito. Esse sim foi um teste duro e muito interessante. Uma vitória para cada lado. A França ganhou status de grande após a inédita conquista da Liga Mundial.

Uma visita rápida a Eslovênia e a seleção fechou a viagem com mais duas vitórias, a segunda surpreendentemente por 3 a 2, no limite.

O que se viu foram muitas selfies nas redes sociais e pouca divulgação, até porque os jogos coincidiram com a disputa da Copa do Mundo feminina e mais recentemente com a masculina.

Na prática os jogos serviram como preparação para o Sul-Americano no fim do mês em Maceió.

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Na teoria não era necessário ir tão longe para jogar essa competição. O que deve ser levado em conta são os 4 jogos contra os Estados Unidos e mais os dois diante da França. Saldo de 4 vitórias e duas derrotas. O resto não conta.

Fato é que apesar da excursão, o BRASIL vai demorar para responder se assimilou o fracasso na Liga Mundial.

O Sul-Americano, diferente de jogar contra Estados Unidos e França, não é e nunca foi parâmetro para nada.

 

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