‘Faca’ do governo Bolsonaro, que ameaça Sistema S, seria a partir de janeiro e comprometeria temporada de Sesc e Sesi.

Bruno Voloch

20 Dezembro 2018 | 10h16

O cenário pode ser pior do que se imagina para Sesc e Sesi.

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que defende o fim de isenções e subsídios e o corte de gastos públicos para ajustar as contas do governo, pretende já a partir de janeiro fazer os ajustes necessários no chamado ‘Sistema S’, que engloba entre outros, Sesc e Sesi.

Se Guedes mantiver a palavra, os dois clubes encontrariam sérias dificuldades para manter as contas em dia ainda com a Superliga em andamento. O corte pode chegar a 50% dos recursos.

Privadas e administradas por federações e confederações patronais, as entidades são mantidas por contribuições estipuladas em lei. Em 2018, segundo a Receita Federal foram repassados R$ 17,08 bilhões.

Guedes afirmou que as prioridades econômicas no governo de Jair Bolsonaro serão acelerar privatizações e a reforma da Previdência.