Falsas promessas e fila andando

Falsas promessas e fila andando

Bruno Voloch

08 de julho de 2019 | 08h21

O discurso da comissão técnica da seleção brasileira após inúmeras baixas e pedidos de dispensa era usar a VNL para testar e abrir espaço para a nova geração.

Ficou na promessa.

Algumas caras novas foram chamadas, mas poucas, verdade seja dita, jogaram na acepção da palavra. Se criou uma grande expectativa de ver Julia, Tainara, Mayany, Lara, Milka e Natinha em ação. E se essa foi a ideia da comissão técnica, testar, não funcionou.

As meninas praticamente não jogaram e quando entraram em quadra não tiveram sequência. A maioria fez turismo na VNL.

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A talentosa levantadora Roberta perdeu espaço na VNL e terá que correr muito em Osasco se quiser jogar a Olimpíada. Carol, de bons serviços prestados, dessa vez só será lembrada pelo toque na antena que deu o ponto do título aos Estados Unidos.

Lorenne foi dar o ar da graça apenas na fase final. Correspondeu, mas existe uma distância enorme entre corresponder em um ou outro jogo e ser uma oposta confiável. Não é o caso dela. Muito menos da esforçada Paula Borgo, uma mentira na seleção.

Mesmo caso de Amanda, que engana faz tempo, inventada por José Roberto Guimarães.

 

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