Fawcett quebra protocolo, Walewska quebra no saque e Praia quebra primeiro tabu.

Fawcett quebra protocolo, Walewska quebra no saque e Praia quebra primeiro tabu.

Bruno Voloch

07 de abril de 2018 | 08h49

Dois, ou melhor, três detalhes classificaram o Praia para a final da Superliga.

Nicole Fawcett finalmente teve uma atuação razoável. A norte-americana, que não tinha comparecido na série, apareceu, deu o ar da graça e foi peça importantíssima na vitória por 3 a 1. Se foi convincente e se dá para apostar nela é outra história.

O que ficou claro é que Fawcett sabe jogar e é outra quando o Praia comanda o placar. De qualquer forma o despertar dela quebrou o protocolo e qualquer prognóstico.

Falar de Tandara é chover no molhado. Tandara é um caso diferenciado. Está um degrau acima do resto. Um não, vários.

Tandara precisava sim é de ajuda. Mari Paraíba ainda tentou, mas faltou um pouco mais de Leyva dessa vez. Sem essa porém de crucificar uma menina de 21 anos e que jamais jogou fora do Peru.

Decisiva foi Walewska. Discreta para a maioria, mas extremamente eficiente para o time.

A sequência de saques no quarto set quando Osasco teve 9 a 1 a favor mudou a história do jogo e possivelmente da Superliga. Se o jogo fosse para o tie-break, como tudo indicava após o início arrasador de Osasco, o resultado final seria uma loteria.

Decisiva também foi Fabíola.

Quase nada deu certo para ela na partida. A boa e experiente levantadora de Osasco estava num dia apagado, sem inspiração e comprometeu diretamente o time. Acontece.

O jogo e a classificação do Praia passaram fundamentalmente por esses 3 pontos.

 

 

 

 

 

 


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