Feio é pouco

Feio é pouco

Bruno Voloch

01 de fevereiro de 2020 | 07h39

Quem não te conhece, que te compre.

Estava na cara que Bauru não iria resistir ao Rio na semifinal da famigerada Copa Brasil. O que aconteceu na temporada passada foi um aborto da natureza e não irá se repetir.

O complexo de inferioridade é visível, mas apenas um dos sérios problemas de Bauru que se apequena quando enfrenta os grandes em jogos decisivos e se aproxima de uma eventual decisão.

E foi feio mesmo, como bem frisou a sempre lúcida e corajosa Dani Lins. Acostumada a vencer, a levantadora deve estar sofrendo com a escolha.

Mas a realidade, Dani, é essa.

O time é feio tecnicamente falando.

Bauru é uma equipe insegura, desorganizada, mal treinada, sem comando, padrão de jogo e quando Polina é bem marcada, como foi o caso, simplesmente acaba. Não tem alternativa.

E continua errando.

Seria muito mais útil a contratação de uma ponteira.

Mas não, Bauru trouxe Adenízia, outra central, e continua carente nas pontas. Questão básica de planejamento ou alguém acha que o time vai chegar com Sarah, Gabi Cândido e Gleyce?

 

 

 

 

 

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