Final, para Taubaté, é hoje. Deixar para o quinto jogo é brincar com a sorte.

Final, para Taubaté, é hoje. Deixar para o quinto jogo é brincar com a sorte.

Bruno Voloch

17 de abril de 2018 | 07h26

Não é todo dia que se tem a oportunidade de eliminar o Cruzeiro. Nos últimos anos, todos, sem exceção, sofreram e caíram diante do time mineiro.

Taubaté inclusive.

A memória pode até me trair, normal com tantas informações apuradas e recebidas nos últimos dias, mas admito que não lembro de ter visto o Cruzeiro em situação semelhante recentemente.

Absolutamente pressionado.

Será o segundo jogo assim. No primeiro, terceiro da série, sobreviveu.

Curiosamente o cenário hoje é mais favorável. Taubaté joga em casa, diante da torcida, e se não tinha obrigação no início da semifinal, criou corpo e encheu de esperança o torcedor em função dos resultados e a enorme expectativa de fazer história na Superliga.

Portanto a responsabilidade está dividida, bem diferente da sexta passada quando Taubaté foi até Contagem descompromissado.

Hoje não.

É a chance de Taubaté. Se deixar escapar a oportunidade logo mais dará moral ao Cruzeiro que terá empatado a semifinal e decidirá sob seus domínios o direito de ser finalista novamente.

Não é o ideal arriscar e muito menos brincar com a sorte.

 

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