Fofão e Marcelinho, medalhistas olímpicos e agora treinadores, estão disponíveis no mercado.

Fofão e Marcelinho, medalhistas olímpicos e agora treinadores, estão disponíveis no mercado.

Bruno Voloch

02 Fevereiro 2017 | 08h31

Uma nova safra de treinadores está chegando no mercado.

Fofão e Marcelinho, medalhistas olímpicos, vestiram por mais de uma década a camisa da seleção brasileira.

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Os dois, curiosamente ex-levantadores, vão continuar no esporte.

Fofão e Marcelinho receberam o certificado de técnico em curso recente promovido pela CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, na cidade de Belo Horizonte.

Ambos estão aptos desde já para seguir a profissão. Para eles é impossível mesmo viver sem o vôlei.

Fofão completa mês que vem 47 anos. Marcelinho tem 42.

Ela teve jogo de despedida. Ele andou flertando com a vida de artista. Oficialmente não comunicou que não joga mais.

Fofão parece decidida a encarar o desafio. Marcelinho idem.

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Os dois procuram colocação no mercado. O mais provável, e até coerente, seria iniciar o futuro trabalho como assistente para depois então assumir o papel de técnico.

Conhecimento os dois têm de sobra. Só que assim como no futebol, o fato de ter sido um bom jogador não garante o mesmo sucesso como treinador. Sobram exemplos pelo mundo afora.

No vôlei não é diferente.

Pelo currículo, respeito e experiência, Fofão e Marcelinho podem vingar. É questão de tempo. Tempo e oportunidade. Oportunidade e capacidade.

E aí, quem se habilita?