Gabi é bola e nome. Hoje é ela e mais 5 na seleção.

Gabi é bola e nome. Hoje é ela e mais 5 na seleção.

Bruno Voloch

28 Janeiro 2016 | 09h22

O técnico da seleção feminina José Roberto Guimarães que se vire.

Gabi, do Rio de Janeiro, é hoje a melhor ponteira do vôlei brasileiro. Pela bola que está jogando merece ser titular da seleção.

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É impressionante a maturidade e a evolução da jogadora aos 21 anos.

A péssima fase de Jaqueline, fora os constantes problemas físicos, e os altos e baixos de Fernanda Garay, que ainda não vingou na temporada, abrem caminho para Gabi.

Jaque, faz tempo, joga com o nome. É uma atleta na seleção e outra no clube. Zé Roberto porém conhece bem as artimanhas da jogadora. A olimpíada de Pequim em 2008 não deixa ninguém mentir.

Garay não. É uma profissional dedicada, jogadora de grupo e que tem lutado para voltar ao patamar da temporada anterior. Ainda está longe disso.

Hoje, se apenas os critérios técnicos prevalecerem, Gabi seria uma das pontas do BRASIL.

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Ela frequenta a seleção adulta desde o Grand Prix de 2013 e parece uma veterana.

Gabi está perto de realizar o sonho de disputar sua primeira olimpíada. O que ela jamais poderia imaginar é jogar em casa, diante da torcida, da família e como titular.

Se tiver humildade, não se deslumbrar e mantiver o nível de suas atuações, Gabi vai chegar lá.

Hoje é ela e mais 5 na seleção.