Giovane e Ribeirão Preto

Giovane e Ribeirão Preto

Bruno Voloch

10 de julho de 2020 | 08h40

Enquanto aguarda o malfadado encontro do dia 15, uma espécie de faz de conta, quando os clubes em tese precisarão apresentar a tal Declaração de Regularidade Financeira, o mercado masculino se movimenta nos bastidores.

Já se sabe que Montes Claros volta. E vai jogar.

Ribeirão Preto, presidido pelo campeão olímpico Lipe, não encontrou parceiros para manter o projeto de pé.

A boa notícia, algo raro hoje em dia e que deveria ser obrigação, é que o clube zerou seus compromissos e não deve nada para o elenco que jogou a temporada passada.

E Ribeirão, segundo o blog apurou, ainda pode sair no lucro.

Até onde o blog chegou uma suposta negociação estaria acontecendo entre Giovane Gávio e Lipe para que o CNPJ de Ribeirão seja usado em outra parceria, evitando assim que o novo time de Giovane, sem local definido, comece o caminho pela terceira divisão.

A operação é comum por aqui e legalizada pela CBV. E convenhamos, diante de tantas situações ilegais que tramitam debaixo dos panos, essa é suave.

Mas tem um custo. E alto.

Giovane, e os futuros parceiros, seja empresa ou prefeitura, teriam que desembolsar de cara R$ 300 mil envolvendo taxas para  CBV e Federações. Isso sem contar com Ribeirão que certamente não irá ceder o CNPJ de graça, nada mais justo.

Os envolvidos, sabiamente, vão esperar dia 15 para dar ou não prosseguimento a transação. Tudo vai depender do malfadado encontro e das oportunidades que surgirem paralelamente com novas desistências e convites.

A conferir.

 

 

 

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