Há males que vêm para o bem.

Há males que vêm para o bem.

Bruno Voloch

30 Junho 2018 | 14h28

3 pontos no jogo e 20% de aproveitamento. Esses foram os números de Amanda contra a Turquia.

Pontuação inferior a da levantadora Ozbay da Turquia. Levantadora.

Era óbvio que ela não responderia quando fosse chamada e encolheria o braço. Absolutamente natural.

Só que foi bom.

A VNL serviu, entre outras coisas, para provar que Amanda não é jogadora de seleção brasileira.

É uma ponta mediana, de razoável fundo de quadra, bom saque e só. Como ela existem milhares espalhadas pelo BRASIL afora. Só que a VNL não é Superliga.

Nada contra.

Jogadora de grupo e que ajuda nos treinos. Só que não dá.

Amanda não pode ou não deveria estar sozinha no barco. Seria justo levar junto Monique, figura decorativa, e saírem de mãos dadas no BRASIL.

Fica claro que José Roberto Guimarães usou a VNL para fazer experiências e saber com quem efetivamente poderá contar para o mundial do Japão.

Agora ele já sabe.

Como renovar é impossível, até porque não existe reposição, é agradecer os serviços prestados,  pinçar uma ou duas peças da seleção que jogará a Copa Pan-Americana, trazer Dani e Thaísa de volta e recuperar Natália e Drussyla.

Assim fica com cara de BRASIL.